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"trimmm""trimmm"
Acordo com o pior barulho de todos, sim o despertador, logo no meu aniversário de 17 anos á tem algo ruim, eram apenas 7:00 horas da manhã de um belo domingo, me levantei da cama e fui para o banheiro, joguei água no meu rosto para acordar e fiz minas necessidades, sai do banheiro peguei minha toalha e entrei de novo no banheiro, entrei na banheira e comecei a tomar um banho quente na banheira, quando a água chegou ao ponto, eu desliguei a torneira que enchia a banheira e fiquei lá relaxando, hoje o dia não seria nada bom...
Ainda na banheira pensei como seria minha vida sem meus pais, sem meu dinheiro, sem nada, queria recomeçar do zero praticamente, mas não sei como falar isso ao meu pai, ele pode ser tudo mas eu o amo muito, e a última coisa no mundo que eu quero é ferir os sentimentos dele, em meio dos meus pensamentos acabei adormecendo na banheira, com todo o cuidado possível para não me afogar, fiquei com os olhos fechados e depois de um banho normal sai quase que congelando de frio, não percebi mas essa manhã estava bem chuvosa, olhei meu guarda-roupas e não achei algo que me agradou, não sou paty nem nada, mas gosto de demorar para escolher roupas, acho bem legal, depois de minutos fitando as roupas, decidi agir, procurei a roupa ideal para uma manhã chuvosa, e depois de alguns minutos achei:
É claro que não ia ficar em casa então peguei uma roupa para sair, pensei que meu pai não estava em casa, mais escutei o barulho de um carro, era o meu pai com um a caixa pequena, devia ser meu presente, fiquei fitando ele conversar com uma mulher na rua, e quando pararam, eu parei me sentei na cama peguei meu celular e vi que horas eram 10:00 horas, senti minha barriga roncar e desci, para comer algo, quando desci avistei meu pai com aquela mesma mulher no sofá se beijando, eu não aguentei e uma lágrima rolou no meu rosto, a enxuguei rápido e aplaudi os dois, eu não sabia o que fazer, mas ninguém iria roubar o lugar da minha mãe!
-Nossa é tão bom acordar e vê isso! -disse eu resmungando
-Filha, nossa você apareceu tão cedo... -ele disse como se fosse obviamente cedo
-Não é tão cedo assim! -disse eu cruzando os braços e fitando aquela mulher que aparentava ter a idade um pouco menor do que a do papai
-Bom, filha essa é a Amanda, Amanda essa é a minha filha seu/nome -ele falou se levantando e nos apresentando
- suspirei -Bom, não é um prazer e pai eu estou indo passear, por que se não se lembra... -interrompida pelo meu pai
-Seja mais educada, mas filha quero que abra aquela caixa que está em cima da mesa -ele disse apontando para uma caixa não muito grande em cima da mesa.
A caixa era vermelha e simples com aquele simples laço em cima, quando ia tocar nela, algo se mexeu e olhei para trás e vi meu pai e a Amanda se abraçando de lado, olhei para frente e meio desconfiada abri, apenas afrouxei o laço e logo a caixa se abriu sozinha me afastei e logo vi o que tinha dentro:
-Nossa é tão bom acordar e vê isso! -disse eu resmungando
-Filha, nossa você apareceu tão cedo... -ele disse como se fosse obviamente cedo
-Não é tão cedo assim! -disse eu cruzando os braços e fitando aquela mulher que aparentava ter a idade um pouco menor do que a do papai
-Bom, filha essa é a Amanda, Amanda essa é a minha filha seu/nome -ele falou se levantando e nos apresentando
- suspirei -Bom, não é um prazer e pai eu estou indo passear, por que se não se lembra... -interrompida pelo meu pai
-Seja mais educada, mas filha quero que abra aquela caixa que está em cima da mesa -ele disse apontando para uma caixa não muito grande em cima da mesa.
A caixa era vermelha e simples com aquele simples laço em cima, quando ia tocar nela, algo se mexeu e olhei para trás e vi meu pai e a Amanda se abraçando de lado, olhei para frente e meio desconfiada abri, apenas afrouxei o laço e logo a caixa se abriu sozinha me afastei e logo vi o que tinha dentro:
Foi a coisa mais fofa que já vi em minha vida, peguei aquela coisa linda, e a coloquei em meu colo, logo fui atacada por lambidas e mais lambidas, virei para meu pai e Amanda, e os fitei sem saber o que fazer com aquilo em meus braços, olhei para o cãozinho e vi Amanda vir em minha direção.
-Ele era da minha irmã, ela morreu e eu tinha que dá para alguém, soube que gosta de animais e resolvi te dar, minha irmã não deu nome a ele e você pode escolher, é macho -ela riu
-Nossa -eu sorri- bom vai se chamar- eu fiquei alguns segundos fitando o cãozinho- é Boy, isso mesmo vai se Boy o seu nome -disse brincando com aquela criatura linda
-Viu amor eu disse que ela iria adorar -disse ela fazendo carinho no Boy
-Bom, pai e Amanda, eu vou dá um passeio, volto mais tarde -eu sorri para Boy, o deixei no chão e deixei meu pai e a Amanda lá.
Eu andei até um certo restaurante, iria almoçar lá, anotei meu pedido e logo a garçonete me trouxe:
Comi tranquilamente, não demorei muito e terminei paguei a conta e sai, fiquei perambulando por ai, até me perder um pouco mais tudo bem depois era só chamar o carro do meu pai pelo celular, ou um táxi, sem perceber estava começando a chover de novo, abri minha bolsa e peguei o meu guarda-chuva, e o abri, procurei algum lugar para me sentar, e achei, me sentei e fiquei esperando a chuva passar, eu vi algumas meninas correndo procurando algo, eu apenas ignorei e fiquei fitando o nada, derrepente escuto algo sentar ao meu lado, eu olho para o lado e vejo um garoto tentando escapar da chuva.
-Tudo bem? -questionei
-T-Tudo S-s-sim -ele tremia de frio
-Entra debaixo do guarda-chuva! -eu ofereci o guarda-chuva
-O-o-obrigada -ele sorriu
Fiquei lá dividindo o casaco e o guarda-chuva, não conversamos nem nada só reparei que o conhecia de algum lugar, só não me lembro de onde, voltei a fitar o nada, e ouvi ele tentando começar uma conversa comigo.
-É muito obrigada -ele falou se virando para me olhar
-De nada -eu o olhei e percebi o quão lindo era ele, olhos castanhos escuros, cabelo meio de topete preto, e com um sorriso belo, é eu o conhecia não me lembro da onde
-Você mora aqui? -ele falou tentado puxar assunto
-Bom, moro sim, por que? -respondi desconfiada
-Nada, mas não me conhece? -ele falou como se fosse a coisa mais ridícula do mundo
-Não, desculpa, mas você é? -questionei séria
-Meu nome é Zayn Malik, e o seu? -ele falou sorrindo
-O meu é seu/nome, prazer Zayn Malik -falei dando enfase no nome dele e ele riu
-Prazer seu/nome -ele apertou minha mão
Ficamos lá conversando enquanto a chuva não parava, ele me contou um pouco da história dele e eu um pouco da minha (ele não falou que era famoso), a chuva estava parando e ele se levantou e se despediu.
-Bom, obrigada, eu tenho que ir -ele falou dando um beijo na minha bochecha
-De nada -eu me levantei daquele lugar e andei em direção a rua.
Eu só vi ele sumir ao virar a esquina, ele era muito lindo, concerteza eu estava o confundindo com algum ator, ou algo parecido, decidir passear mais um pouco, com o dinheiro que meu pai tem, não posso confiar em ninguém, poucos amigos e ainda a única amiga que tenho está viajando, hoje o dia não poderia ficar pior, andei muito até parar em uma praça, os bancos estavam molhados então não pude me sentar em nenhum canto, fiquei parada fitando os brinquedos e senti algo em minha bolsa vibrar, eu paro um pouco e vibra de novo, decido vê o que era, e era apenas meu celular, e a Fernanda (nossa única amiga) ligando.
~~Ligação On~~
-Alô -disse
-Oi linda! -ela falou parecendo feliz
-Oi Fê (apelido dela), como está ai na França? -eu falei curiosa
-Bom eu ando bem, e você aí? -eu senti ela abrir um sorriso
-Bom eu ando bem também sabe hoje... -interrompida pela Fê
-Eu sei hoje é o seu aniversário eu sei disso-ela riu-, e não se preocupe comprei uma coisinha aqui pra você -eu sorri
-Não é um cachorrinho é? -eu gargalhei
-Não, por que?
-A namorada do meu pai, me deu um -eu ri- o cachorrinho até que e fofo se chama Boy -ela riu
-Por que Boy? -ela gargalhou- qual é né o teu cachorro é gay? -ela gargalhou mais ainda
-Não qual é eu estava sem criatividade eu não sabia que iria ganhar um cachorro! -eu resmunguei
-Desculpa amiga é que foi engraçado -ela tentou não rir- olha eu estou voltando daqui a alguns dias, acho que no máximo três dias, por favor não mate ninguém, muito menos o Boy -ela riu- beijos vou desligar, te amo amiga
-Também te amo, beijos! -disse e ela desligou o telefone
Olhei para vê as horas e eram exatamente 16:00 horas, decidir ir para casa, já não estava afim de ficar andando por aí, eu voltei para casa e quanto mais eu andava dava mais vontade de chegar em casa e me deitar, cheguei na rua de casa, e avistei minha casa, vi meu pai e a Amanda conversando na porta de casa esperei ela sair, ela saiu e para minha sorte ela não veio em minha direção eu corri para dentro de casa, entrei e vi uma carta em cima da mesa onde colocamos nossas coisas, eu abri super curiosa e vi o que estava escrito:
Filha não sei se ainda se lembra de mim ou se ainda guarda um pouco de mim dentro de você, não sei como você está e isso me deixa um pouco constrangida, mas afinal, sou eu sua mãe, escrevi essa carta para poder informar direito o que aconteceu comigo, quando conheci seu pai, eu realmente o amei muito, e em meio desse amor, brotou uma linda flor... você, eu e seu pai te amamos muito, mas como em alguns casos o amor acaba, eu e seu pai estamos nesse alguns, não sei como lhe explicar, emfim, eu e seu pai nos separamos e eu achei outro amor, com quem vivo ate hoje... ou não, bom fomos na justiça e infelizmente seu pai ficou com sua guarda já que ele tinha mais condições financeiras, eu tentei mas não consegui ficar com você, abrimos um acordo e eu podia te vê nos finais de semana, mas quando você era pequena e estava comigo, fomos assaltadas, e você quase morreu por minha culpa, seu pai conseguiu que eu nunca mais pudesse lhe vê, seu pai não queria isso, mas teve que fazer para o seu bem, acabei viajando para Londres, e então o meu amor também foi comigo, vivemos lá por muitos anos e tive um filho espero que um dia possa conhece-lo sei que vocês dois se darão muito bem, então o nome dele é Niall Horan, não fique triste por seu nome não ter Horan, mas é do meu amor, que por segurança não falarei o nome dele, bom concluindo, eu te amo e se estiver lendo essa carta hoje deve ser o seu aniversário de 17 anos estou certa? Tenho um presente para você, olhe dentro da carta, e veja o que eu deixei para você!
Lembre-se eu sempre irei te amar, dependendo de você ou não.
Com muito amor de sua mãe! :) xx
Quando vi aquilo uma lágrima rolou em meu rosto, lembrei do que havia escrito na carta e olhei dentro do envelope e havia uma chave e um bilhete escrito um endereço, mas não era daqui e sim de Londres, a chave tinha um botão, eu decidi aperta e escutei um barulho e vinha da garagem eu corri para lá e vi um carro lindo:
Eu fitei o carro e fiquei rodando ele, não acredito que eu ganhei um carro, eu entrei dentro dele e realmente ele era lindo, como já tinha minha carteira de motorista eu iria poder usa-lo logo. Eu sai do carro, e corri procurando meu pai, chegando lá vi ele fitando um envelope, vi ele soltar uma lágrima fui até ele e me sentei ao lado dele na cama, e fitei o envelope no qual era uma passagem para Londres.
-Pai, está tudo bem? -disse
-ele suspirou- Não... não está, sua mãe quer... lhe vê... toma -ele disse me dando o envelope
-Pai, se o senhor não quiser eu não vou -eu disse segurando as lágrimas
-Não é direito dela te vê, por favor vá, pra mim tudo bem -ele falou olhando para mim e sorrindo com algumas lágrimas no seu olho
-Eu te amo pai -eu falei o abraçando, as lágrimas que estavam em meus olhos agora estavam rolando em meu rosto
-Eu também te amo minha filha -ele me abraçou forte e nos soltamos dei um beijo em seu rosto e sorri, sai do quarto dele e fui em direção ao meu quarto, vi o Boy deitado dormindo decidi o imitar e dormi um pouco, pois é eu apenas fechei os olhos e simplesmente descansei...
Preciso conhecer ela e esse meu irmão!
Preciso conhecer ela e esse meu irmão!
Continuaaaa!





